Revista Época - 21/12/2009 - Em reunião que durou cerca de uma hora nesta segunda-feira, o vice-governador de Brasília e presidente do DEM-DF, Paulo Octávio, foi pressionado pelo presidente do DEM nacional, Rodrigo Maia, pelo senador José Agripino (DEM-RN) e pelo deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) a expulsar sumariamente do partido o deputado distrital e presidente licenciado da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Leonardo Prudente, até quarta-feira (23). É o fim do prazo estipulado pelo partido. “Não aceitaremos que esse assunto seja procrastinado para o ano que vem”, afirmou a ÉPOCA o senador Agripino. “Se o DEM local não definir a situação, a executiva nacional do partido tomará providências. Mas estou certo que o Paulo Octávio vai resolver”, disse.
Prudente foi flagrado em filmagem feita pelo ex-secretário de Relações Institucionais do governo do Distrito Federal Durval Barbosa, guardando parte do dinheiro (que seria propina, de acordo com Barbosa) no paletó e nas meias. Prudente disse ter escondido o dinheiro nas “vestimentas” por uma questão de segurança. Barbosa também acusou Prudente de ter ameaçado o governador José Roberto Arruda de aprofundar investigações sobre contratos de informática do governo em uma CPI da Câmara Legislativa, caso Arruda não ajudasse empresas ligadas a Prudente em contratos com o Departamento de Trânsito de Brasília (Detran).
Além de definir o futuro de Prudente no DEM, Paulo Octávio tem de lidar com as acusações que pesam contra ele no esquema do mensalão do DEM de Brasília. Em depoimento, Durval Barbosa disse ter repassado R$ 200 mil a Paulo Octávio referente à propina originada de contratos de informática. Em outras oportunidades, de acordo com Barbosa, o dinheiro da propina foi enviado a Paulo Octávio por intermédio de Marcelo Carvalho, assessor do vice-governador em suas empresas. Sobre a situação de Paulo Octávio no partido, o senador José Agripino diz que, até agora, o vice-governador tem sido objeto de versões. “Ele está como refém de acusações”, afirmou.
Prudente foi flagrado em filmagem feita pelo ex-secretário de Relações Institucionais do governo do Distrito Federal Durval Barbosa, guardando parte do dinheiro (que seria propina, de acordo com Barbosa) no paletó e nas meias. Prudente disse ter escondido o dinheiro nas “vestimentas” por uma questão de segurança. Barbosa também acusou Prudente de ter ameaçado o governador José Roberto Arruda de aprofundar investigações sobre contratos de informática do governo em uma CPI da Câmara Legislativa, caso Arruda não ajudasse empresas ligadas a Prudente em contratos com o Departamento de Trânsito de Brasília (Detran).
Além de definir o futuro de Prudente no DEM, Paulo Octávio tem de lidar com as acusações que pesam contra ele no esquema do mensalão do DEM de Brasília. Em depoimento, Durval Barbosa disse ter repassado R$ 200 mil a Paulo Octávio referente à propina originada de contratos de informática. Em outras oportunidades, de acordo com Barbosa, o dinheiro da propina foi enviado a Paulo Octávio por intermédio de Marcelo Carvalho, assessor do vice-governador em suas empresas. Sobre a situação de Paulo Octávio no partido, o senador José Agripino diz que, até agora, o vice-governador tem sido objeto de versões. “Ele está como refém de acusações”, afirmou.
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