BLOG DO ELIEL MENDES

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Boicote ao Posto de Gasolina da 214 Sul

Participem do Boicote ao Posto de Gasolina da 214 Sul!
Não abasteçam no posto da 214 Sul.
Rode um pouco mais para abastecer mas leve estes maus comerciantes à falência.

Se souberem que Daniel Costa ou Margarida Costa são proprietários de outro estabelecimento, boicotem também.

Esta é uma forma pacífica de mostrar sua indignação e uma forma pacífica de demonstrar que não queremos gente desse tipo fazendo parte da sociedade brasiliense.

No dia 15 de maio de 2010, uma verdadeira barbárie aconteceu no Posto de Gasolina da 214 Sul, em Brasília-DF. O dono do posto, Daniel Costa, 23 anos, junto com mais seis desocupados atacaram violenta e covardemente um morador do prédio residencial em frente ao seu estabelecimento apenas porque este pediu que as pessoas que ouviam música em som altíssimo, baixassem o volume do som para que ele pudesse dormir, às 3 da manhã.Leia mais sobre o caso em:http://www.posto214sul.blogspot.com/Já que o Estado e a polícia se omitem sempre diante das várias reclamações dos moradores, vamos fazer a nossa parte!

Repassar esta mensagem é um ato de cidadania.

Nossa sociedade agradece!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Marta ganha o prêmio de melhor do mundo da Fifa e supera Zidane e Ronaldo

Jogadora brasileira ganhou prêmio da Fifa pela quarta vez consecutiva

A brasileira Marta foi eleita nesta segunda-feira (21) a melhor jogadora de futebol do mundo pelo quarto ano consecutivo em eleição promovida pela Fifa. A meio-campo supera assim o brasileiro Ronaldo e o francês Zinedine Zidane , que ganharam o prêmio três vezes. No feminino, a alemã Birgit Prinz faturou três vezes o troféu em 2003, 2004 e 2005.

Logo após ser anunciada como vitoriosa, Marta agradeceu a todas as pessoas que ajudaram-na na construção de sua carreira. A brasileira estava muito emocionada, assim como nos três anos anteriores em que ficou com o título.

- Eu estou realmente surpresa. Primeiramente, gostaria de agradecer a Deus por tudo isso que está acontecebndo na minha vida. É inevitável não me emocionar neste momento. Agradeço também às minhas companheiras do Los Ageles Sol e do Santos e espero que esse prêmio sirva de incentivo para o futebol feminino.

Em 2009, trocou o Umea da Suécia pelo Los Angeles Sol, dos Estados Unidos. Pelo novo clube, conquistou o vice-campeonato da Liga norte-americana. Em seguida, passou um período no Santos, onde conquistou o título da primeira edição da Copa Libertadores feminina e a Copa Brasil. No começo de 2010, deve voltar para os EUA.

Pela seleção brasileira, Marta ainda persegue um título importante no cenário internacional. A jogadora participou dos vice-campeonatos na Olimpíada de Atenas (Grécia), em 2004, na Copa do Mundo feminina de 2007, disputada na China, e na Olimpíada de Pequim (China), em 2008.

DEM nacional cobra expulsão de deputado da “meia”

Revista Época - 21/12/2009 - Em reunião que durou cerca de uma hora nesta segunda-feira, o vice-governador de Brasília e presidente do DEM-DF, Paulo Octávio, foi pressionado pelo presidente do DEM nacional, Rodrigo Maia, pelo senador José Agripino (DEM-RN) e pelo deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) a expulsar sumariamente do partido o deputado distrital e presidente licenciado da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Leonardo Prudente, até quarta-feira (23). É o fim do prazo estipulado pelo partido. “Não aceitaremos que esse assunto seja procrastinado para o ano que vem”, afirmou a ÉPOCA o senador Agripino. “Se o DEM local não definir a situação, a executiva nacional do partido tomará providências. Mas estou certo que o Paulo Octávio vai resolver”, disse.
Prudente foi flagrado em filmagem feita pelo ex-secretário de Relações Institucionais do governo do Distrito Federal Durval Barbosa, guardando parte do dinheiro (que seria propina, de acordo com Barbosa) no paletó e nas meias. Prudente disse ter escondido o dinheiro nas “vestimentas” por uma questão de segurança. Barbosa também acusou Prudente de ter ameaçado o governador José Roberto Arruda de aprofundar investigações sobre contratos de informática do governo em uma CPI da Câmara Legislativa, caso Arruda não ajudasse empresas ligadas a Prudente em contratos com o Departamento de Trânsito de Brasília (Detran).
Além de definir o futuro de Prudente no DEM, Paulo Octávio tem de lidar com as acusações que pesam contra ele no esquema do mensalão do DEM de Brasília. Em depoimento, Durval Barbosa disse ter repassado R$ 200 mil a Paulo Octávio referente à propina originada de contratos de informática. Em outras oportunidades, de acordo com Barbosa, o dinheiro da propina foi enviado a Paulo Octávio por intermédio de Marcelo Carvalho, assessor do vice-governador em suas empresas. Sobre a situação de Paulo Octávio no partido, o senador José Agripino diz que, até agora, o vice-governador tem sido objeto de versões. “Ele está como refém de acusações”, afirmou.

Eles ficaram na conversa de salão. E ao mundo restou apelar aos céus

Istoé Independente - 18.Dez.09 - O mundo esperava inaugurar uma nova era depois da COP-15. Mas o naufrágio nas negociações de Copenhague mostra que os interesses econômicos ainda falam mais alto que a questão ambiental entre os líderes mundiais.

Deveria ter sido um sopro de esperança para o planeta. Acabou como um deserto de soluções. Milhares de pessoas que ouviram o canto da sereia e foram a Copenhague, na Dinamarca, na expectativa de que a Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU (COP-15) indicasse um caminho para combater os efeitos do aquecimento global voltaram para casa no fim de semana desiludidas. Depois de duas semanas de reuniões, protestos, declarações desencontradas e jantares suntuosos, os principais líderes mundiais e suas delegações fracassaram na tentativa de formular um acordo amplo, capaz de estabelecer metas claras para a redução na emissão dos gases causadores do efeito estufa. Saiu de lá apenas um esboço de uma declaração política de cooperação entre as 192 nações presentes ao encontro.

Um documento vago, sem nenhuma garantia de que será cumprido. Na madrugada da sexta-feira 18, uma reunião de emergência foi conduzida pelos protagonistas do evento. Ela resultou no texto que fala apenas em uma redução de 50% nas emissões de gases-estufa até 2050, com base nos dados de 1990, e na criação do Fundo Climático Internacional cujo objetivo é angariar US$ 100 bilhões até a metade deste século para financiar ações mitigadoras do aquecimento global em países pobres e em desenvolvimento. Apesar dos inúmeros alertas da comunidade científica, os políticos reunidos em Copenhague deixaram que os interesses econômicos prevalecessem nas discussões. Ricos e pobres travaram embates ideológicos e questões como a transparência na divulgação de dadose informações tornaramse alvo de desconfiança. Na sexta-feira 18, ao pronunciar-se perante seus pares, o presidente americano, Barack Obama, fez uma crítica velada à posição da China, que não quer permitir que inspetores da ONU fiscalizem suas emissões de CO2. Para ele, todos os países devem fazer parte do esforço de “mitigação, transparência e financiamento” para deter o avanço do aquecimento global. Talvez não por acaso, o primeiroministro chinês, Wen Jiabao, não compareceu à última reunião de líderes já na noite da sexta-feira, a única a contar com a presença do presidente americano.

Mudança de discurso: Minutos antes de Obama subir ao palco da COP-15, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez o pronunciamento mais aplaudido do último dia da conferência – foram quatro seções de aplausos abertos em 15 minutos. Usando palavras duras, abandonou o discurso conciliatório adotado desde a sua chegada a Copenhague, na quarta-feira 16, e cobrou atitudes concretas. Lula chegou a dizer que os países ricos estavam “barganhando” durante a conferência. “Adoraria sair com o documento mais perfeito do mundo. Não sei se algum sábio ou anjo descerá nesse plenário e conseguirá colocar na nossa cabeça a inteligência que nos faltou até agora.” O maior destaque do discurso de improviso foi o anúncio de que o Brasil também está disposto a colaborar financeiramente com o Fundo Climático Internacional. “Se for necessário, o Brasil vai fazer esse sacrifício a mais, estamos dispostos a participar do financiamento”, afirmou o presidente.

Mas Lula não deixou de criticar os membros do G8: “Eles não serão os salvadores dos países em desenvolvimento. Passamos um século sem crescer enquanto outros cresciam muito. Agora que nós começamos a crescer, não é justo que voltemos a fazer sacrifício.” O presidente ainda qualificou as colaborações financeiras ao fundo in-ternacional, dizendo que “o dinheiro que vai ser colocado na mesa é o pagamento pelas emissões de gases do efeito estufa de dois séculos de quem teve o privilégio de se industrializar primeiro. Não estamos fazendo um favor. Não estamos dando esmola.” Ao longo de toda a semana, outros líderes mundiais tentaram esquentar o encontro. Felipe Calderón, presidente do México e próximo anfitrião da Conferência sobre Mudanças Climáticas, a ser realizada em dezembro de 2010, exigiu dos países ricos um “acordo ambicioso”. Já a chanceler alemã Angela Merkel fez um pronunciamento emocionado e falou sobre a necessidade iminente de limitarmos o aumento na temperatura média da Terra a 2ºC até 2100. “Todos os especialistas estão nos advertindo sobre as consequências dramáticas que serão geradas por um aquecimento acima desse nível. Copenhague será um fracasso se não alcançarmos um acordo vinculativo para evitá-lo”, disse Angela.

A impressão que ficou é a de que os discursos públicos, destinados apenas ao marketing pessoal dos líderes globais, não foram levados para as salas de negociação. Assim, a conferência acabou se prestando como palco para personagens de segunda linha desfi arem suas usuais bravatas. O presidente da Bolívia, Evo Morales, preferiu partir para o embate ideológico e classifi cou o capitalismo como uma “cultura da morte”, responsabilizando-o pelo aquecimento global. “Estou surpreso porque só estão falando dos efeitos e não das causas das mudanças climáticas”, disse. Já o venezuelano Hugo Chávez, que também discursou na sexta-feira, retomou uma de suas declarações durante discurso na Assembleia- Geral das Nações Unidas, em 2006. “O império, na escuridão, de costas para a maioria e de maneira antidemocrática, pretende cozinhar um documento que nós não aceitamos nem assinaremos”, afirmou. Nas ruas de Copenhague, os protestos continuaram durante toda a semana passada. Até a quinta-feira 17, mais de 900 pessoas haviam sido presas pela polícia dinamarquesa nas proximidades do Bella Center, onde a conferência foi realizada. Militantes de todo o mundo participaram de marchas e concentrações. Um dos grupos mais ruidosos era formado pelos países da Aliança dos Pequenos Países-Ilha, os primeiros a sofrer com o aumento nos níveis dos oceanos por causa do derretimento do gelo concentrado nos polos.

Sem perspectivas: Como previsto,celebridades também circularam pelo evento. Credenciado como jornalista, o músico Th om Yorke, líder da banda Radiohead, frequentou as instalações do Bella Center na quinta-feira 17. Em entrevista à rádio BBC, o cantor afi rmou que tomou tal atitude para manter as esperanças sobre o fechamento de um acordo. “As negociações atravessaram uma grande nuvem espessa. Isso me irrita porque os princípios básicos são princípios básicos. Eles (os líderes) são homens reprimidos de meia-idade, que enxergam através das suas próprias esferas de interesses particulares. Eles não veem o processo como um todo”, afirmou o músico britânico. Infelizmente, o sabor do fracasso foi o que restou ao mundo pós-Copenhague. Há planos de realizar uma nova conferência nos próximos meses, mas as perspectivas seguem muito ruins. “Confesso que estou um pouco frustrado porque discutimos a questão do clima e cada vez mais constatamos que o problema é mais grave do que nós possamos imaginar”, disse o presidente Lula ao final do encontro. Talvez tivesse sido mais inteligente economizar nas emissões de CO2 provocadas pelos aviões que levaram políticos, jornalistas e ativistas a Copenhague nas duas últimas semanas.

'Decisão sobre Battisti é minha', diz Lula

Agencia Estado - 21 de dezembro de 2009 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não quis comentar se irá ou não extraditar o ex-ativista italiano Cesare Battisti, mas reagiu com firmeza aos questionamentos sobre como analisava a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). "Não me importo com o que disse o STF. Ele teve a chance de fazer e fez. Eu não dei palpite", afirmou. "A decisão é minha. Tomo a decisão que for melhor para o País. Até lá não tenho o que comentar."

Na semana passada, a Corte retificou a proclamação do resultado do julgamento de Battisti para explicitar que o tribunal autorizou a extradição, e que o presidente Lula pode ou não entregá-lo ao governo italiano. A retificação foi motivada por um questionamento da Itália e, por entendimento da maioria dos ministros, Lula não teria o poder discricionário para se recusar ou não a extraditar Battisti - decisão deve estar respaldada pelo tratado firmado entre Brasil e Itália.

O tratado relaciona algumas exceções que impedem a extradição, entre elas o fato de Battisti responder a um processo em que é acusado de falsificar documentos. Lula comentou ainda que a decisão do Supremo não foi encaminhada ao Planalto. "Preciso analisar os autos. Só me pronuncio nos autos", afirmou o presidente, ao se referir à expressão comum entre juízes quando abordados sobre decisões.

OAB-DF pede nesta tarde suspensão do recesso da Câmara Legislativa alegando ilegalidade


Do correio brasiliense - Publicação: 21/12/2009 - A seccional do DF da Ordem dos Advogados, OAB-DF, vai ajuizar no início da tarde desta segunda-feira (21/12) no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) um mandado de segurança com pedido de liminar alegando a ilegalidade e a inconstitucionalidade da segunda autoconvocação aprovada pela Câmara Legislativa (CLDF) para o dia 11 de janeiro.

O mandado de segurança pedirá que tenha validade o primeiro requerimento feito à CLDF, no último dia 15, o qual determinava a autoconvocação imediata dos distritais para a análise do pedido de impeachment do governador José Roberto Arruda (sem partido). Na ocasião, no entanto, a base governista não concordou e aprovou outro texto, com 16 assinaturas, decretando recesso até 10 de janeiro.

Para sustentar a ilegalidade e a inconstitucionalidade do ato da Câmara Legislativa, a OAB-DF alega que no segundo requerimento os parlamentares condicionam a análise dos pedidos de impeachment à realização de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e ao julgamento pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) do inquérito da Operação Caixa de Pandora, o que seria ilegal. Se todos os trâmites tiverem de ser seguidos, a análise do pedido de impeachment de Arruda ocorreria em, no mínimo, seis meses, possibilitando que o governadior terminasse seu mandato.
A ordem também citou jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) segundo a qual "a maioria legislativa não pode frustrar os direitos da minoria de analisar o processo de impeachment, desrespeitando o direito da sociedade e a prerrogativa do legislativo de fiscalizar o Poder Executivo". Além do impeachment, a OAB-DF também pede a análise dos processos contra os dez deputados acusados por quebra de decoro parlamentar.